terça-feira, 29 de dezembro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
I Aldeia Cultural - Sesc-ES
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Criatividade com o Photoshop


sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Crônica: Surpresas da Vida [Reprise]
Um dia escrevendo para ela me dei conta de como a vida é uma caixa surpresa. Em que qualquer momento, pode ser de dia ou de noite; no mês que vem ou na próxima semana; se daqui umas horas ou no minuto seguinte, independente da marcação do tempo somos surpreendido.
É verdade que existem surpresas desagradáveis, mas é engraçado quando no recordamos de algumas delas que nos remete as coisas boas que experimentamos. A nossa cara de espanto não entendendo muito bem o que acontece ou não acreditando que aquilo realmente aconteceu. Como quando menino, ganhamos aquele presente que tanto sonhávamos; ou quando aprendemos a andar de bicicleta; ou quando tiramos nota máxima nas disciplinas mais chatas da escola; ou quando ganhamos à primeira partida de Imagem e Ação; ou ainda, quando passamos no vestibular mais concorrido, e principalmente, do dia que ela disse sim.
- Não acredito! ... (risos, e mais risos).
Uma emoção que parece que vamos explodir. Comemoramos como se fosse um gol em final de campeonato. O frio na barriga, a falta de palavras e por aí vai, as sensações são as mais variadas.
- (risos) ... É engraçado!
O bom disso tudo é quando conseguimos manter a essência desta sensação de surpresa por toda a nossa vida. Esta alegria cativada pelo inesperado que muitas vezes é inacreditável. É mais ou menos assim...
Fique atento! A qualquer momento você pode se surpreender.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Crônica: Coisas da Vida [1]
Vivemos em tempos de correria. Corremos para chegar no horário ao trabalho; Ficamos sempre lutando contra o tempo para dar conta de todos a fazeres da empresa; fechar o relatório no fim do dia e mostrar resultados para seu chefe e etc. E numa época que o mercado está cada vez mais competitivo, saímos da nossa labuta e corremos para os cursinhos pré-vestibulares, para as faculdades, cursos profissionalizantes e por ai vai. São vastas as opções para você – tentar – se manter atualizado. Em meio toda essa correria diária não nos atentamos para uma coisa fundamental: a alimentação.
Para não perdermos tempo, beliscamos uma coisinha aqui outra ali. Fazermos um lanchinho na cantina ou no terminal de ônibus - sorte daqueles que conseguem parar pelo menos para o almoço. Só vamos comer de verdade mesmo à noite quando chegamos em casa – diga se de passagem, algo mais saudável. No entanto, é nessa alimentação “vapt vupt” que mora o perigo.
Por causa dela passei dois dias reinando sobre o troninho do banheiro de casa. Fiquei com uma cólica intestinal terrível. Só Jesus sabe como eu suava. O remédio que tomava não fazia efeito, o médico orientou esperar passar e se hidratar. Então, fiquei 48 horas na água de coco, sopinha e com o jornal de baixo do braço. Coisas da vida!
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Crônica: Triste Herança
Imaginem só as cenas que o filme mostra! Uma mais triste que as outras. Deparei-me com o desespero - animal – do ser humano por algo que minimize seu sofrimento e um “vazio” - nesse caso o vazio da barriga. Neste instante, lembrei-me de mais uma herança africana herdada pelo povo brasileiro: a fome. Sei que não é só no grande continente africano que existem pessoas padecendo por seu alimento diário, mas digo isso porque há tantos outros elementos sociais e culturais que nos assemelham muito com eles. Na minha cabeça jovem e simples – ás vezes ingênua – não consegue entender porque um país rico em recursos naturais pode deixar tantos irmãos sem ter o que comer.
Podemos pensar: “Mas o filme foi gravado em 1983. Eles ainda estavam sob o regime da ditadura, na época a economia não tinha essa estabilidade que tem hoje”. Sim! Mas mesmo com a economia estabilizada e com avanços em projetos sociais para a população pobre do País, ainda existe pessoas passando fome. O diretor José Padilha em seu recente documentário – Garapa (2008) - abordou este mesmo tema. Ainda não vi, mas pelo o que li a respeito possui as mesmas cenas chocantes que nos faz refletir o quanto vale a vida do ser humano.
Se perguntarem o porquê desta situação irão formular as várias possíveis causas, e uma delas é a tremenda desigualdade social – e também racial, por que não? – que existe no Brasil desde seu descobrimento e que foi se agravando ao longo dos séculos. Podemos culpar os políticos que governam e já governaram do Brasil. É até óbvio! Mas, será que também não temos uma parcela de culpa, mesmo que pequena. Estou fazendo esta reflexão.




